Vila, A (The Village)
Impactante! Não é um filme para ser tomado de um único gole. Extremamente metafórico, exige reflexão.
Conde De Monte Cristo, O (The Count Of Monte Cristo)
Com uma fotografia invejável e cenas muito bem feitas, O Conde de Monte Cristo é perfeito para o papel de Caviezel. A história é convincente e deixa o espectador apreensivo até o final. Uma gama de intrincadas relações é desenvolvida ao longo do thrailerr: infidelidade, amizade, traição e paixão. É fascinante o diálogo de Dantes com o velho frade na prisão. Quem assiste pode tirar excelentes lições para a vida e para as relações neste mundo conturbado. Vale a pena.
Instinto. (Instinct)
Uma teia complexa de relações humanas é mostrada neste filme: poder, carreira, lei do mais forte, arrogância. Ela é contrabalançada pela utopia de um homem só. Do silêncio. Do indivíduo e não do individualismo. Nos diversos âmbitos da vida, a humanidade é colocada de lado em razão do preconceito e do perigo aparente que o outro representa. Em Instinto, J. Turteltaub busca mostrar os gestos, os olhares, as mãos. Desta forma o filme precisa ser lido porque é uma obra de linguagem. Fantástico. Profundo. Revelador. Você sente ali, com suas questões! Nota 10.
Alamo, O (The Alamo)
Não pretendo entrar no mérito da história que direciona o longa. Me atenho, apenas, ao aspecto estético do filme. Muito bom! Cenas muito bem feitas, aquela do violino de Crockett, então... A fotografia é bela e o DVD permite observarmos o trabalho de filmagem. A música de Carter Burwell está excelente. Para ver e rever!!
Menina De Ouro (Million Dollar Baby)
O pêndulo das emoções balança neste filme! A vida ganha nem sempre significa vitória, mas buscar o que se acredita no suor e no sangue. Eastwood se mostra, de novo, capaz de dirigir não só o filme mas a atenção de quem o assiste. Mostra o magnífico da vida: o viver!
Desafio No Ártico (The Snow Walker)
Com uma fotografia muito bem feita o filme encanta. Uma bem cuidada trama se desenvolve: amizade, ambição, companheirismo. É curioso o jogo entre a dificuldade da língua e o diálogo dos gestos entre os protagonistas. Revela a mais profunda carência humana: a presença. Isso é bem evidenciado na última cena que coroa brilhantemente a saga dos jovens perdidos. Muito interessante!
Ilha, A (The Island)
Ótimo filme! Personagens e enredo fantásticos. Particularmente, Sean Bean (Senhor dos Anéis), Steve Buscemi (Con Air) e Djimon Hounsou (Gladiador) estão muito bem. O thrailler aborda profundas reflexões que tocam a mente e o coração humanos deste a aurora da vida e o advento da filosofia: quem sou? De onde venho? Para onde vou? Aos amantes da ação tem momentos de sobra e para quem reflete sobre a vida é um prato cheio. É possível ler, também algumas metáforas que tocam a política armamentista americana, a globalização e o "controle" da humanidade por um pequeno grupo de "potências". Curiosamente o filme poderia se chamar "o ataque dos clones", mas "A Ilha" está de bom tamanho. É preciso ver para entender a brincadeira!!! A preocupação e o cuidado com o filme demonstram porque ficou tão bom. Não é apelativo, é uma introdução ao pensar.
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